Um entardecer a paradoxo

Igor Becati cria um entardecer paradoxal onde o tempo não obedece nenhuma lógica. Fui publisher de uma ficção que embaralha as horas com elegância.

Igor Becati cria um entardecer paradoxal onde o tempo não obedece nenhuma lógica. Fui publisher de uma ficção que embaralha as horas com elegância.

Marina Berti João prova que pessoas felizes também choram — e que isso é exatamente o que nos torna inteiros. Fui publisher desta obra corajosa e humana.

André Cunha descomplicou a ciência política — e fez isso com o humor de quem domina o assunto. Fui publisher de uma obra que deveria ser leitura obrigatória.

Francisco Vilas Boas enfrenta o Direito Penal com rigor e humanidade. Fui publisher de uma obra acadêmica que não abre mão da clareza.

Samantha Costa ergue ‘Arché’ — a origem — como fundação de uma poesia que não para de construir. Fui publisher desta obra de base firme e voo alto.

Josiel Barros escreve sobre amor com dentes, lábios e língua — com uma sensualidade e afeto que ficam no corpo. Fui publisher desta obra íntima e bonita.

Beatriz Ferroli mergulha fundo no submarino azul de suas emoções. Fui publisher de uma poesia aquática, densa, que pressiona o peito do avesso.

Lana Heenzi volta conectando e desconectando signos poéticos. Fui publisher e designer de uma obra que circula entre presença e ausência com precisão.

Jordana Costa volta com um título mais direto: por que você aceita? Fui publisher de uma voz que não aceita respostas fáceis.

Maria do Bom Sucesso Lacerda costura sua história em versos com dedicação e ternura. Fui publisher de uma obra que é memória e presente ao mesmo tempo.